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  O que é vinho
31/05/2012
Falar de vinho é mergulhar num mundo mágico. No mundo dos tintos, brancos, rosados, espumantes, etc, etc... Mágico, já era assim considerado pelos povos antigos, o sumo da uva fermentado. Um pouco do efeito que o álcool fazia era muito apreciado como um sintoma de uma maior proximidade com os deuses. Em suma, para a ignorância dos homens mais antigos o ficar de pilequinho aproximava-os das divindades. Pesquisas arqueológicas sugerem que a uva é cultivada a mais de 4.000 anos A.C.. Apesar das origens das primeiras produções de vinho serem incertas, a nossa civilização vem refinando o que é um processo natural. Pesquisas de Pasteur no século XIX sobre fermentação de uvas, melhorias nas garrafas, rolhas, maquinários e a criação de normas de higiene e sanitárias, ajudaram o desenvolvimento da produção para o grande comércio e indústria. O que devemos ressaltar é que o vinho merece nosso carinho e respeito porque além de muito antigo ele passa por grandes dificuldades por toda sua vida. Um copo de vinho representa o trabalho do homem, o resultado muitas vezes de sua luta contra as dificuldades impostas pela natureza. A composição do vinho em sua maior parte - 78 a 85 por cento - é água e açúcar. Dentro do açúcar está também o álcool etílico, considerado uma substância do açúcar. Na outra parte, a parte menor, temos outras milhares de substâncias que são as responsáveis pela personalidade de um vinho. Estas outras substâncias são os indicadores da qualidade e da saúde do vinho. Definem-se no chamado exame organoléptico. Um nome um tanto pomposo para um gestual simples que, a rigor, nos habituamos a fazer toda vez que provamos um vinho. Exatamente como já vimos fazer muitas vezes os provadores, avaliando a cor do vinho, a sua limpidez e descrevendo os odores e as cores. Pela cor de um vinho se pode determinar sua idade, seu estado evolutivo e da mesma forma, do aroma que emana de um vinho, se pode intuir sua integridade, a variedade do vinhedo e a técnica de vinificação. Comparar os odores de vinhos a odores conhecidos, é um modo de dar outro nome, mais próximo do imaginário comum das pessoas, às substâncias químicas bem precisas que existem nos vinhos. É mais imediato afirmar que determinado vinho tem odor de tabaco que fornecer a correspondente substância responsável pelo aroma de tabaco. Eis então a primeira regra: se a cor é bela, límpida, os perfumes polidos e prazerosos e o gosto agradável, já se trata de um bom vinho aquele que você está degustando. Vale lembrar: • Componentes benéficos mostram com clareza a importância de conhecermos um pouco deste antigo e apreciado produto. • O Cabernet Sauvignon é um dos preferidos dos amantes do vinho; também pode ser uma das variedades mais saudáveis para o coração. • A uva Cabernet Sauvignon tem altos níveis de "resveratrol", um componente que propicia o colesterol benigno e limita o mau colesterol que bloqueia as artérias. • A maior concentração de "resveratrol" foi encontrada nos vinhos tintos, particularmente nas uvas Cabernet Sauvignon. • A uva escura produz "resveratrol" para proteger a si mesma de um fungo mortal e também tem altos níveis de outros antioxidantes que evitam a deterioração do fruto. • A quercitina, outro componente do vinho tinto, facilita o dilatar dos vasos sangüíneos e evita a produção de coágulos. • Os efeitos de um bom vinho tinto estão relacionados à escolha dos mesmos, à educação do olfato e do paladar, aos conhecimentos de seus vinhedos e à degustação em um ambiente afetivo e agradável.